Informações divulgadas pela imprensa argentina e reproduzidas por veículos locais apontaram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria deixado o Brasil em um voo privado rumo à Argentina, com possível destino final aos Estados Unidos. A movimentação teria ocorrido após a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para a entrega de seus passaportes no prazo de 24 horas.
Abaixo estão os principais pontos apurados sobre o caso:
Versão sobre a Viagem e Investigação
Relatos da Imprensa Argentina: O portal Infobae publicou que o senador teria atravessado a fronteira usando documento de identidade e embarcado em um jato privado a partir de Puerto Iguazú (Misiones).
Atuação da Polícia Federal: A PF informou que não há confirmação oficial sobre a saída de Flávio Bolsonaro do território nacional e que realiza checagens em postos migratórios e rotas aéreas de fronteira.
Manifestação do Governo Argentino: A Casa Rosada e a Direção Nacional de Migrações da Argentina emitiram nota oficial negando qualquer registro de entrada do senador no país ou plano de voo aprovado em seu nome.
Posição de Aliados e da Defesa
Negativas de Aliados: Integrantes da bancada e interlocutores próximos — como o senador Rogério Marinho e o ex-secretário Fábio Wajngarten — classificaram os relatos de fuga como inverídicos.
Declaração do Senador: Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro negou a intenção de deixar o país, criticou as medidas judiciais e declarou que cumprirá a ordem de entrega dos documentos para apresentar sua defesa.
Contexto Jurídico
Determinação Judicial: A restrição foi proferida no âmbito de apuração sobre supostas irregularidades e lavagem de dinheiro, que também envolve o advogado Willer Tomaz.
Medidas Cautelares: Além da retenção dos passaportes diplomático e comum, a decisão impôs a proibição de contato entre os investigados e a restrição de saída do país.

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