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Quarta-feira, 17 de Junho 2026
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Notícias/POLÍCIA

Laudo do IML aponta asfixia como causa da morte de recém-nascida em Pariconha

A Polícia Civil de Alagoas já dispõe do laudo preliminar da necropsia realizada no corpo da pequena Maria Raíra Alves da Silva, de apenas 29 dias de vida.

Laudo do IML aponta asfixia como causa da morte de recém-nascida em Pariconha
A imagem é apenas ilustrativa não faz parte do contexto / Reprodução
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Segundo as informações divulgadas pelo Instituto Médico Legal (IML), a bebê faleceu em decorrência de asfixia por sufocação direta. Os exames apontaram indícios de obstrução das vias respiratórias por um agente externo, descartando a presença de corpos estranhos no interior do aparelho respiratório.

​Com o documento oficial integrado ao inquérito, as autoridades policiais avançam nas investigações para esclarecer as circunstâncias exatas da tragédia e apurar as responsabilidades criminais. A mãe da recém-nascida já foi ouvida pelos investigadores.

Entenda o caso

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​O episódio trágico começou na cidade de Pariconha, no Alto Sertão de Alagoas, onde a família reside. No último sábado (13 de junho de 2026), a bebê deu entrada já sem vida no Hospital Regional do Alto Sertão, localizado no município de Delmiro Gouveia.

​De acordo com as primeiras informações colhidas pela polícia, a menina estava dormindo na mesma cama que a mãe. A situação foi percebida por outro filho da mulher, que notou que a irmã estava arroxeada (cianótica) e apresentando sangramento nasal. Assustados, os pais socorreram a filha e a levaram imediatamente ao hospital, mas a equipe médica apenas pôde constatar o óbito.

Linhas de investigação e procedimentos

​Diante do cenário, o Conselho Tutelar e a Polícia Militar acompanharam os pais até o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Delmiro Gouveia, onde eles prestaram os primeiros depoimentos.

​Uma das principais hipóteses trabalhadas pela Polícia Civil é a de que a mãe possa ter rolado sobre o corpo da criança acidentalmente durante o sono. A investigação apura se houve consumo de bebidas alcoólicas por parte da responsável antes de dormir, o que poderia ter comprometido sua percepção. O inquérito segue em andamento aguardando as conclusões finais das perícias complementares.

FONTE/CRÉDITOS: Portal tupi

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